quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Fé, crenças pessoais, força da vontade, da palavra e do pensamento

A FÉ É O FIRME FUNDAMENTO DAS COISAS QUE SE ESPERAM E A CERTEZA DAS COISAS QUE NÃO SE VÊEM. HB 11:1

por Ademildes Rodrigues
O poder da fé se demonstra de modo direto e especial na ação magnética. Por seu intermédio, o ser atua sobre a energia, modifica-lhe as qualidades e lhe dá outra ideia, lhe dá formas de acordo com suas qualidades mentais e emocionais. Atuando pela força da vontade dirigida para o progresso, é capaz de operar fenômenos singulares, os ditos milagres. Se à fé for associada à força da palavra e da vontade (da vontade e não de vontade), ainda mais força será adquirida.
A Força da vontade se refere ao desejo sincero de quem operará as forças magnéticas naquele momento, fala da decisão, da persistência e da determinação, na certeza de que o objetivo será alcançado. É a ação de forma direta e objetiva.

A palavra é a manifestação do pensamento. Quando se pensa bem, fala bem, com vontade e empregando emoção na palavra, o individuo movimenta um quantum de energia capaz de promover grandes realizações. Esta força, esta determinação em fazer acontecer movimentará elementos característicos da Natureza, da lei natural que nem sempre é possível explicar cientificamente, mas o fato é que são naturais e se ainda não foram explicadas é porque ainda não descobrimos as leis que regem estes acontecimentos.

O homem dá à fé uma conotação humanista ou divinal, conforme a aplicação que lhe é dada, considerando suas necessidades e entendimento. O magnetismo, segundo Kardec considerado uma das grandes provas da fé em ação, convoca o indivíduo a acreditar que é capaz, caso contrário, nada realizará.
Pode-se associar tudo a isso às crenças pessoais. Mas o que são crenças pessoais? Tudo o que o ser humano faz está baseado no que ele acredita, ou seja, nas crenças internas. Na mente estão armazenadas uma infinidade de crenças que o estado consciente nem faz ideia que exista. Mas elas estão lá e influenciam o tempo todo. Seja na roupa escolhida na loja no ato da compra, na escolha do namorado (a), no peso que é mantido mesmo sabendo que ele não está fazendo bem. Enfim, uns cem números de exemplos podem ser citados para ilustrar as crenças pessoais. Essas crenças podem trazer grandes prejuízos como também grandes benefícios quando são descobertas e utilizadas de acordo com as necessidades. Ainda é uma crença, mas nem sempre o raciocínio lógico participa de nossas escolhas.
Aquilo que o individuo enraíza na mente desde criança ou mesmo antes disso, ditará como será sua existência. Porém, à medida que ele toma consciência destas crenças enraizadas e as trabalha estará de posse do seu destino.
Um exemplo: desde muito cedo a criança aprende que se alimentar bem e com elegância é coisa de rico, mas ela é pobre. Se ela arquivar esta informação como verdadeira em sua mente, na fase adulta, não se dará o direito de fazer refeições belas e em bons restaurantes, mesmo tendo condições financeiras para isso, e provavelmente dirá que é porque não gosta, que não se sente bem em “certos ambientes”.
Como utilizar as crenças pessoais no tratamento magnético? Primeiramente fortalecer em seu psiquismo a crença de é capaz, que pode e que a pessoa à sua frente sairá do ambiente melhor que antes. Ou seja, o magnetizador deve tomar posse das forças que lhe foram confiadas e que, naquele momento, fará bom uso delas. Em segundo lugar, no ato da entrevista, o magnetizador, com perguntas bem formuladas e objetivas, extrairá informações que indicarão parte das crenças do consulente. Em posse destas informações ele atuará tratando-as e liberando o consulente dos males que puderem ser aliviados. Repito: que puderem ser aliviados, pois nem tudo é curável, mas tudo é tratável. Estando o magnetizador consciente de que é um instrumento das forças superiores e não AS FORÇAS SUPERIORES, muito se poderá fazer. Autoconfiança é um atributo essencial àquele que deseja ser um agente destas forças.

Quando alguém o procura para lhe abreviar as dores, sejam físicas ou emocionais, ele está se baseando em que? Já parou para pensar nisso? Não? Então faça esta pergunta e a resposta poderá lhe surpreender.