terça-feira, 30 de abril de 2013

O bem existe, basta fazê-lo


"Ser e fazer feliz é o que importa." Marcio Kühne
NICHOLAS WINTON, um britânico que nasceu em 19 de maio de 1909, entrou para a história com um feito absolutamente surpreendente para a época do nazismo. Winton foi responsável por salvar a vida de 669 crianças checoslovacas, condenadas nos campos de extermínio. Crianças estas, que ele nunca mais teve notícias. Para alcançar seu objetivo, Winton acabou tramando uma estratégia que consistia em enviar cada uma daquelas crianças para outros países, a fim de encontrar famílias interessadas em adotá-las. Mesmo com tamanho feito, poucas pessoas conheciam Winton. Até que sua esposa e filhas encontraram um álbum com várias informações sobre o fato e acharam que deveriam tornar público. Ele então foi levado a um programa de TV inglês para que, sem saber, conhec esse algumas pessoas que foram salvas por ele. No decorrer do programa, a apresentadora anunciou que sentadas ao seu lado estavam duas pessoas salvas por ele. Logo depois, ela pediu para que as outras pessoas que estavam na plateia se apresentassem. O resultado, você confere no vídeo: clique aqui
Winton está vivo e são, irá completar 104 anos e não vê sua atitude como extraordinária. A grandeza de um homem não se mede pela sua estatura, pela sua força ou pelo seu conhecimento, mas pelo seu coração.

video

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Da Auriculoterapia à Calatonia Auricular


Chamamos de Auriculoterapia à técnica de análise e tratamento reflexológico por meio de estímulos no pavilhão auricular.
Sua origem data de milênios, tendo sido encontradas pinturas egípcias descrevendo o seu uso; Hipócrates, considerado o pai da medicina ocidental, detalhou seu uso para analgesia em nevralgias odontológicas, faciais e ciáticas.
Caída em esquecimento até os meados de 1951 quando o francês Paul F. M. Nogier iniciou suas pesquisas, dando tamanho grau de desenvolvimento à técnica, que passou a ser considerado o "pai da Auriculoterapia".
Acupunturista e quiropraxista, ele notou que diversas pessoas que sofriam de dor ciática tiveram seus sofrimentos cessados com cauterizações na orelha feitas pela leiga madame Barrin. Esses resultados empolgaram Norgier, passando a observar que na orelha há regiões doloridas espontaneamente ou sensíveis ao toque, sempre que no corpo também houver dor. Verificando a ocorrência dessas regiões, culminou por observar que elas pareciam desenhar uma forma fetal invertida no pavilhão auricular.
Com o correr das pesquisas foi-se mapeando a que zona corporal correspondia cada porção da orelha, tendo sido publicadas na década de 50, as suas conclusões iniciais e seus tratamentos por estímulos de agulhas na aurícula, com grande repercussão entre os acupunturistas pois estes já estavam acostumados a esse tipo de instrumento. Tal sucesso chegou até a China, que rapidamente levantou um mapeamento auricular, inundando a Europa com suas orelhas de plástico e pôsteres de aurículoacupuntura.  
Tudo isso contribuiu para que se confundisse a Acupuntura com essa nova técnica, mas as diferenças são gritantes: enquanto para a primeira, os pontos existem o tempo todo, quer sirvam para tratamento ou não, na orelha eles não existem, a princípio, só vindo a surgir em correspondência a um desequilíbrio no corpo, facilitando ao máximo a anamnese, tornando praticamente impossível de se errar. Outro fator de distinção e provavelmente a maior descoberta de Paul Norgier é a técnica de avaliação pelo pulso, específica para a Auriculoterapia.
 Enquanto na pulsologia chinesa tomam-se ambos os pulsos simultaneamente e por meio de extrema sensibilidade, distinguem-se informações sobre a condição energética de cada órgão-meridiano, na técnica de Norgier basta tomar-se um dos pulsos e com uma ponta de metal ou de aparelhagem eletrônica passeia-se por todas as regiões reflexas auriculares e onde houver desequilíbrio, haverá uma alteração no pulso, que inicialmente chamou-se R.A.C. (reflexo aurículo cardíaco) e hoje em dia se conhece como R.A.N. (reflexo arterial de Norgier) ou V.A.S. (sinal autônomo vascular).
Os brasileiros desenvolveram uma abordagem somatopsíquica do tratamento auricular, a que denomino Calatonia Auricular, bem como o teste de fitoterápicos pela orelha e,ainda, o uso das freqüências de ressonância para a estética, além de desenvolver a Ressonância Biofotônica ou Biorressonância, onde os estímulos são dados por meio de luzes comuns (não laser) e ritmos, trabalhos estes, nacionais e pioneiros.

Shen Men (a porta divina) ponto mestre da acupuntura auricular, que diminui o ritmo cardíaco e elimina a ansiedade.
·         Equilíbrio entre corpo, mente e espírito. Predispõe o córtex cerebral para receber os outros estímulos.
·         ativa as glândulas localizadas no cérebro, produzindo encefalina, endorfina e outros hormônios;
·         atua como analgésico em dores agudas, cefaleias, cólicas, labirintite;
·         trata hipertensão, irritabilidade, ansiedade, alergias, asma, atuando também em todos os sistemas (digestivos, circulatório, nervoso, etc).


sábado, 27 de abril de 2013

Para se proteger do baixo-astral - Padrões psíquicos e energias presentes nas pessoas e nos ambientes


FOTO: WILLIAM-ADOLPHE BOUGUEREAU/DIVULGAÇÃO
Ataque. Tela de 1862 retrata o mitológico remorso de Orestes após ter atentado contra sua mãe Clitemnestra, sendo persuadido pelas erínias Tisífone, Megera e Alecto
"De repente, do nada, você entra em um ambiente e começa a bocejar, sente algum tipo de desconforto que não consegue explicar. Em outras vezes, basta ficar perto de determinada pessoa que logo vem uma sensação ruim, de peso, tristeza e até depressão, mesmo que você nunca a tenha visto.

Essas sensações fazem parte da vida de todas as pessoas, o que varia é o grau de sensibilidade.

"O corpo humano apresenta um campo energético ou bioenergético. As bioenergias não estão somente restritas ao corpo, mas transbordam além dele, podendo interagir com ambientes, animais e mesmo com outras pessoas. A contaminação energética ocorre a partir dessas interações, influenciando positiva ou negativamente", explica o engenheiro, psicólogo e professor de conscienciologia, Mário Oliveira, 57, nascido em Portugal e atualmente morando em Foz do Iguaçu, onde coordena a Associação Internacional de Parapsiquismo Interassistencial.

Para ele, a impregnação de determinada categoria de energia (homeostática ou patológica) vai depender do teor dos pensamentos, dos sentimentos e das ações. "Estamos falando de energias sutis, que nem suspeitamos e que podem nos atingir e afligir. Os ambientes em que ocorreu algum tipo de sofrimento guardam a energia dessas emoções doentias. Quem é mais sensível percebe a alteração do ambiente. É o que chamamos popularmente de ‘ambiente pesado’, capaz de afetar o bem-estar de quem se mantiver nesse local".

Por outro lado, diz Oliveira, quando as pessoas têm pensamentos negativos, mesmo de modo circunstancial e inconsciente, criam condição energética passível de gerar desconforto em quem permanecer próximo a elas. Já os bem-humorados criam aura positiva em torno de si, gerando bem-estar ao seu redor.

E ninguém está imune a esse tipo de contaminação. "A interação energética afeta todos indiscriminadamente e está presente em tudo. O problema reside na falta de interesse ou mesmo na ignorância de grande parte dos indivíduos sobre essa realidade. Por isto, as pessoas ficam sujeitas as interferências negativas ou positivas dessas energias no cotidiano", pontua o professor.

Atenção. No entanto, "quando se está atento às alterações energéticas, pode-se evitar ou eliminar os aspectos patológicos dessa contaminação ou tirar proveito dos aspectos homeostáticos. Isso é possível através do desenvolvimento da sensibilidade e do domínio energético", pontua Oliveira.

E acredite: a própria pessoa, através do nível de pensamentos que sustenta, pode se contaminar. "Os estados psíquicos de frustração, baixa autoestima, ressentimento, vitimização, egoísmo, dentre outros, levam ao desequilíbrio energético pela intoxicação provocada por essas emoções. As pessoas que vibram nessa frequência, além de estarem contaminadas por si mesmas, ficam mais vulneráveis às contaminações negativas alheias. Além do mais, essa condição pode passar a afetar negativamente outras pessoas", diz o professor.

Oliveira revela que o tipo de contaminação energética mais comum ocorre nas atividades em que há maior contato direto e intenso com a clientela. "Esses profissionais ficam mais sujeitos às contaminações energéticas e, consequentemente, ao desequilíbrio. Dependendo da relação dele com sua atividade, ele poderá estar mais imune às interferências energéticas doentias".

Se o sujeito estiver atento aos aspectos energéticos, as contaminações negativas não trarão comprometimento. "Mas, se ele for desatento às interações energéticas, estará mais sujeito a sucumbir às alterações negativas, podendo chegar a manifestar a síndrome de Burnout, distúrbio psíquico de caráter depressivo, precedido de esgotamentos físico e mental intensos", avalia Oliveira.

Essa teoria pode, por exemplo, explicar por que algumas pessoas nos irritam tanto, gratuitamente. "Quando a pessoa se encontra intoxicada com as próprias energias, provenientes dos pensamentos e dos sentimentos pessoais negativos, está mais predisposta a se irritar com facilidade com qualquer coisa. Podemos nos irritar em consequência dos outros. Nesse caso, o ideal é estar lúcido para não se contaminar negativamente e, se possível, ajudar a outra pessoa a se equilibrar energeticamente", propõe o professor, que ministra regularmente o curso "40 manobras energéticas".

Origem. Mas de onde vêm essas energias? "Elas fazem parte do cosmos, estão presentes em todos os lugares e podem ser do tipo imanente, energia primária, vibratória, invisível, totalmente impessoal, dispersa em todos os objetos ou realidades físicas, interpenetrando tudo no universo. E podem ser do tipo consciencial, energia imanente empregada pela pessoa em suas manifestações e que adquire o padrão dos pensamentos e sentimentos emitidos por ela própria. A quantidade de energia que um indivíduo possui e como ele a usa irá determinar e refletir em sua personalidade", comenta Oliveira.

SERVIÇO: O Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia promove palestras públicas gratuitas sobre o assunto e um curso que ensina as 40 manobras para proteção. Informações: (31) 3222-0056. Rua Padre Marinho, 455, 7º andar, Santa Efigênia. www.iipc.org."
 Publicado no Pampulha em 27/04/2013 | ANA ELIZABETH DINIZ | Especial para O TEMPO

domingo, 21 de abril de 2013

Terapia Holística para Animais


por Sheila Teixeira


É indiscutível a responsabilidade da humanidade para com o Reino animal.
Temos para com estes seres uma dívida imensurável devido à inconsciência social, política e humanista. Utilizar das técnicas holísticas no tratamento de animais é uma possibilidade maravilhosa para iniciarmos este resgate das relações harmônicas entre os reinos.
Detentores de um magnetismo primário, os animais são extremamente sensíveis às intervenções de técnicas como o magnetismo, bioenergia, reiki, fitoterapia, geoterapia, florais, homeopatia, etc.
As terapias holísticas são hoje reconhecidas e regulamentadas pelo ministério do trabalho e já se encontram oferecidas pelo SUS com o nome de Práticas Integrativas e Complementares. Também o Conselho Federal de Medicina reconhece algumas práticas como o Reiki, como práticas complementares da medicina.
Creio que cabe agora, não apenas aos veterinários, mas aos criadores, cuidadores e pessoas de todos os segmentos que dedicam atenção aos animais, seja de que espécie for, a incentivarem os cuidados terapêuticos no tratamento e prevenção de distúrbios na esfera física, emocional ou energética.
As terapias têm a ação quântica nas estruturas celulares, provocando a reestruturação das mesmas, regularizando todo o funcionamento orgânico, neurológico e energético.
É incontestável a resposta dos animais a estes tratamentos. Muitas vezes mais rápida do que em humanos, devido à ausência de defesa psíquica provocada muitas vezes pelo preconceito, traumas ou recusa com as mudanças causadas naturalmente pelo tratamento.
Nós, do Ser Essencial – espaço terapêutico, estamos oferecendo o tratamento holístico a animais e esperamos que estas experiências possam ser compartilhadas por muitos.
“Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível”. Francisco de Assis

Sheila Teixeira é mestra em Reiki, professora de Yoga, terapeuta, orientadora de cursos e palestrante. terapia@essencialsaude.com.br | www.essencialsaude.com.br